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Franco-Maçonaria e a Ordem dos Illuminattin parte 2

Parte 4: Franco-Maçonaria, Ordem dos Illuminati, e outras Sociedades Secretas condenadas pela Igreja Católica Romana. I. As Sociedades Secre...



Parte 4: Franco-Maçonaria, Ordem dos Illuminati, e outras Sociedades Secretas condenadas pela Igreja Católica Romana. I. As Sociedades Secretas condenadas pela Igreja Católica. As reações da Igreja Católica foram imediatas após a volta da velha Maçonaria no novo Franco-Maçonaria, na Inglaterra, em 1717. Em 28 de abril de 1738, o Papa Clemente XII na sua Constituição Pontifical “In Eminenti”, condenou o Franco-Maçonaria considerando-a Contra-Igreja e Contra-Estado. Assim manifestou o Papa Clemente XII: · “Meditemos sobre os sérios danos que são geralmente os resultados daquelas espécies de Sociedades ou centros, não apenas em relação à paz dos Estados temporais, mas, muito mais no que se relaciona à salvação das almas. Estas Sociedades não estão de acordo com as leis civis e econômicas dos Estados.” ·



“A fim de obstruir a estrada escancarada para as iniqüidades; que poderão ser cometidas com impunidade e também por outras razões, justos e razoáveis, que tenham chegado ao nosso conhecimento... decidimos decretar, condenar e proibir tais Sociedades, assembléias, reuniões e encontros chamados tanto Franco-Maçonaria ou sob outra denominação. NÓS OS CONDENAMOS E PROIBIMOS ATRAVÉS DESTA NOSSA PRESENTE CONSTITUIÇÃO, QUE DEVE SER CONSIDERADA VÁLIDA PARA SEMPRE.” · O Papa Clemente XII também estendeu a pena de excomunhão a todo o fiel que se juntasse à Maçonaria: o “ORDENAMOS AOS FIÉIS A ABSTER-SE DA RELAÇÃO COM AQUELAS SOCIEDADES...A FIM DE EVITAR A EXCOMUNHÃO, QUE SERÁ A PENA IMPOSTA SOBRE TODOS AQUELES CONTRAVENTORES DESTA NOSSA ORDEM. NINGUÉM, EXCETO NA HORA DA MORTE, PODERÁ SER ABSOLVIDO DESTE PECADO EXCETO POR NÓS OU POR PONTÍFICE ROMANO ENTÃO EXISTENTE.”

O Papa Benedito XIV em 1751 afirmou na sua Constituição Pontifical “Providas” que a condenação do Franco-Maçonaria era IRREVOGÁVEL e que era para ser aplicada no FUTURO tanto quanto no PRESENTE.

· O Papa Pio VII na sua Encíclica “Eclesiam a Jesu-Cristo” em 1821 reiterou as condenações contra Franco-Maçonaria pronunciadas pelo Clemente XII e Benedito XIV.

· O Papa Leão XII publicou sua Encíclica “Quo Graviora” em 13 de março de 1835 condenando a sociedade chamada Franco-Maçonaria, assim como todas as outras Sociedades Secretas.

· O Papa Pio VIII na sua Encíclica “Traditi”, publicada no tempo de seu advento em 21 de março de 1829 renovou todas as condenações de seus predecessores, repetindo que todas as Seitas Maçônicas são provenientes do “POÇO DA PERDIÇÃO”.

· O Papa Pio IX renovou a condenação em seguintes termos:

o “Aqui confirmamos ante vós, as Constituições de Nossos Predecessores e em virtude da Nossa Autoridade Apostólica, mantemos a reprovação e condenamos esta Sociedade Maçônica e TODAS AS OUTRAS SOCIEDADES da MESMA ORDEM que, embora diferentes em aparência, perseguem a mesma meta contra a Igreja ou Poder Civil legítimo, e em formação constante. É Nossa Ordem que todos os Cristãos em todas as situações SOBRE TODA A TERRA sejam informados de que tais sociedades são proibidas e reprovadas por NÓS, e incorre na mesma sentença e condenação daquela especificada nas CONSTITUIÇÕES anteriores dos nossos Predecessores.”

· O Papa Leão XIII na sua magnífica Encíclica “Humanum Genus” de 20 de abril de 1884 afirma:

o “Hoje todos os praticantes da perversão parecem estar aliados num esforço tremendo inspirado por e com a ajuda de uma sociedade fortemente organizada e amplamente espalhada pelo mundo; é a sociedade dos Franco-Maçons. De fato, aquelas pessoas não mais disfarçam as suas intenções e mostram realmente as suas ousadias e desafios e se investem contra a Augusta Majestade de Deus.

o “Ela está agora pública e abertamente defendendo a ruína da Santa Igreja, para obter êxito, se possível da completa expropriação das nações Cristãs de todos os dons que elas receberam do Nosso Salvador Jesus Cristo.

o “Como resultado, num espaço de um século e meio, a seita do Franco-Maçonaria realizou progresso incrível. Fazendo o uso ao mesmo tempo de audácia e de astúcia, a Maçonaria invadiu todos os patamares da hierarquia social, e dos Estados modernos, começou a adquirir um poder que é quase equivalente à Soberania.”

o Este perigo foi primeiramente denunciado pelo Papa Clemente XII em 1738, e a Constituição promulgada por aquele Pontífice foi renovada e confirmada por Benedito XIV; Pio VII seguiu os passos daqueles Pontífices, e Papa Leão XII incluindo a sua Constituição Apostólica ‘Quo Graviora’ todos os atos e decretos dos Papas precedentes naquele assunto, RATIFICOU E CONFIRMOU-OS PARA SEMPRE. Os Papas Pio VIII, Gregório XVI e em várias ocasiões o Papa Pio IX falaram da mesma maneira.”

· O Papa Pio X (1903-1914), Papa Benedito XV (1914-1922), e Papa Pio XI (1922-1939) continuaram confirmando a condenação da Maçonaria. O Papa Pio XII fez uma referência específica à Franco-Maçonaria e ao Iluminismo no seu discurso à Conferência da Adaptação Pastoral da Sétima Semana em 23 de maio de 1958. Ele disse: “as raízes da moderna apostasia encontram-se no ateísmo científico, materialismo dialético, racionalismo, iluminismo, laicismo e Franco-Maçonaria - que é a mãe de todos eles...” (Citado em Paul Fisher [1991], Seu Deus é o Demônio, American Research Foundation, Baltimore, Maryland, p. 53.)

· Os sucessores de Pio XII aprovaram o Código da Lei Canônica de 1917 que explicitamente condena os Maçons: “Todos aqueles que inscrevem seus nomes nas seitas do Franco-Maçonaria ou associações similares que tramam contra a Igreja ou autoridades civis legítimas incorrem por este ato à pena da excomunhão, cuja absolvição é reservada apenas à Santa Sé.” (Cânone 2335).

· O Código de Lei Canônica revisado de 1983 estipula: “Aquele que se ingressa numa associação que trama contra a Igreja deve ser punido com uma pena justa; aquele que promove ou preside tal associação, contudo, deve ser punido com uma interdição.” (Cânone 1374).

· O Papa João Paulo II promulgou o Código de Lei Canônica de 1983 em 25 de janeiro de 1983. Em 26 de novembro de 1983, a Congregação da Doutrina da Fé repicou com uma indagação se a posição da Igreja relativa às Organizações Maçônicas foi alterada, especialmente porque nenhuma menção explícita é feita à ela no Novo Código de Lei Canônica [1983], como havia no Código Antigo [1917]. A Congregação afirmou que as organizações foram omitidas no Novo Código devido a diferente critério adotado na elaboração do código. Elas estavam inclusas nas categorias mais amplas. [Vide Cânone 1374] A Congregação, porém, não especificou as categorias que ela tinha em mente ( poderia estar pensando em tais cânones como Cânone 1364), mas insistiu que a Igreja ainda se opunha às associações Maçônicas, pois seus princípios são irreconciliáveis com a doutrina da Igreja e que seria gravemente errôneo ingressar-se a elas.

· [Nota: Cânone 1364 do Código de 1983 estabelece:

· Parágrafo 1. Com relação ao cânone 194, par. 1, n. 2, um apóstata da fé, um herético ou um cismático incorre excomunhão automática (latae sententiae) e se é um clérigo, ele também pode ser punido pelas penas mencionadas no cânone 1336, par. 1. nn. 1,2 e 3.

· Parágrafo 2. Se continuar o ato contumaz, ou seriedade de escândalo comprovada, outras penas poderão ser acrescidas incluindo a exoneração do estado clerical.

II. Franco-Maçonaria Condenado pelos estados de Nova York, Pennsylvania, e Massachusetts.
· Paul A. Fisher [1991] conta no seu livro Seu Deus é o Demônio que entre 1827 e 1836 as legislaturas dos Estados de Nova York, Pennsylvania e Massachusetts investigaram o Franco-Maçonaria e acharam-no “um mal moral - um governo independente e distinto dentro do nosso próprio governo, e acima do controle de leis da terra por causa do seu segredo, e dos juramentos e regras cujas pessoas sujeitas são obrigadas a obedecer, sob penas de morte”(p. 18)

Parte 5: Os Documentos Mostram Franco-Maçons e Illuminati como Provocadores das Guerras e Revoluções

I. Os Maçons admitiram que são os provocadores de revoluções e guerras
1. A Revolução Francesa
· Hoje, o Franco-Maçonaria reconhece abertamente que a Revolução Francesa é o fruto do seu trabalho. Na Câmara dos Deputados durante a sessão de 1o. de julho de 1904 o Marquês de Rosanbo afirmou:

· “O Franco-Maçonaria trabalhou secretamente, porém constantemente para preparar a revolução... Estamos, portanto em completo acordo de que a franco-maçonaria foi a única autora da revolução, e o aplauso que recebo da esquerda, do qual estou pouco acostumado, prova, cavalheiros, que vocês reconhecem comigo que foi a maçonaria que realizou a Revolução Francesa.”

· “Sr. Jumel: “Não apenas confirmamos, mas proclamamos.”

· [Fonte: Mons. Henri Delassus, La Conjuration anti-chrétienne, vol. 1, 1910, p. 146; citado em de Poncins, Op. Cit., p. 30].

2. A Revolução na Itália
· A seguir citaremos Paul A. Fisher [1991] do seu livro Seu Deus é o Demônio:

· “As demandas moderada e constitucional das lojas Maçônicas começaram a ser acompanhadas, por demandas mais democráticas, e havia em Milão, Bolonha, Roma, e Nápoles, células de Illuminati, republicanos liberais, segundo modelo recentemente estabelecido em Bavária pelo Adam Weishaupt... No sul os primeiros centros pró-revolucionários se desenvolveram em conexão com as lojas Maçônicas; um exemplo é a Loja Celestini em Nápoles.”(Encyclopedia Brittanica, 1977, vol. 9, História da Itália e Sicília, p. 1155.)

· A rebelião na Itália contra os governos Papais durante anos trinta do século 19 “era conhecida como ‘Risorgimento’ que, na realidade, era um movimento revolucionário Maçônico clássico. Seus líderes eram Giuseppe Mazzini, Giuseppe Garibaldi, Camillo Cavour e Rei Victor Emmanuel II - todos ardentes Franco-Maçons.” (Fisher [1991], p. 17) (Rei Victor Emmanuel II foi mais tarde envenenado por seu próprio filho, Príncipe Umberto, que, por sua vez, foi assassinado por ordem das lojas Maçônicas).

· “Mazzini, de acordo com o Grão-Comandante do Rito Maçônico Escocês na América, era a primeira cabeça do moderno Franco-Maçonaria na Itália. (ibid. , p. 17).

· “Um historiador, Charles Heckethorn, no seu livro, Sociedades Secretas, diz que a arrepiante palavra “Máfia” é um anacronismo significando ‘Mazzini Autoriza Furti, Incendi, Avelenameti’, isto é: Mazzini Autoriza Furtos, Incêndios e Envenenamentos. (ibid. , p. 17).

· “O número de dezembro de 1920 do New England Craftsman, um jornal Maçônico afirma que ‘praticamente todos os heróis da liberdade italiana eram maçons.”(ibid. p. 17)

· “O Grão-Comandante do Rito Escocês escreveu no número de maio de 1941 da revista NEW AGE (Nova Era) (uma publicação promotora do Rito Maçônico Escocês da jurisdição sulista) que Mazzini e Cavour foram os maçons que ‘colocaram o Victor Emmanuel II no trono da Itália’. (ibid. p. 18).

· “O Grão-Comandante disse também que Garibaldi (que se tornou Grão-Mestre da Maçonaria na Itália em 1865) incitou para que o Papa fosse deposto e que “ali fosse erguido sobre suas ruínas um reino da verdade e razão [que iria] eliminar os sacerdotes de Deus...”(ibid. p. 18)

· Charles Lobinger, na sua História do Rito Escocês (p. 827) relatou que o Grão-Comandante do Conselho Supremo Italiano, Raoul Palermi, participou de um encontro do Conselho Supremo de Rito Escocês nos Estados Unidos em 1921 e disse como o Rito Escocês ‘prosperou e se espalhou em nossas províncias, contribuindo largamente para preparar a Revolução para sua libertação da ordinária tirania e da Ditadura Pontifícia...” (ibid. p. 18)

3. As Revoluções Turca e Portuguesa
· No tempo da revolução turca, uma judia disse orgulhosamente ao pai de uma senhora húngara:

· “Somos nós que estamos fazendo a revolução, nós, os jovens turcos, os judeus.”

· Durante a Revolução Portuguesa, ela ouviu o Marquês de Vasconcellos, Embaixador português em Roma, dizer:

· “Os judeus e a Franco-Maçonaria estão dirigindo a revolução em Lisboa.”

· Ela mais tarde notou que:

· “hoje quando a grande parte da Europa está sob revolução, eles estão em todos os lugares liderando o movimento, de acordo com um único plano.”

· Ela perguntou como eles conseguiam ter êxito no plano que envolvia o mundo inteiro e que não era um trabalho de alguns meses ou anos? Ela respondeu que os judeus sabem como guardar um segredo e que ninguém os traía. (Fonte: Cecile de Tormay, Le Livre Poscrit, p. 135).

4. A Revolução Européia:
· A seguir, citaremos Benjamin Disraeli antes de ele se tornar o Chanceler de Tesouro da Grã Bretanha em 1856. Estas citações são tiradas do Hansard’s Parliamentary Debates, (o equivalente ao nosso Arquivo do Congresso). (Nossas citações são baseadas no Fisher [1991], pp. 18-19). Em 14 de julho de 1856, Benjamin Disraeli se levantou na Casa dos Comuns para dizer:

· “... Há na Itália um poder que raramente mencionamos nesta Casa, porém sem considerá-lo e entendê-lo, nunca compreenderemos de maneira correta a posição da Itália. Quero dizer, as sociedades secretas. As sociedades secretas não se preocupam com o governo constitucional...”

· “É inútil negar... uma grande parte da Europa - toda a Itália e França, e uma grande parte da Alemanha, para não dizer de outros países - estão cobertos por uma rede destas sociedades secretas, tal como a superfície da terra está sendo coberta pelas redes de ferrovias. E quais são os seus objetivos? Elas não tentam escondê-los. Elas não querem um governo constitucional. Elas não querem instituições aperfeiçoadas; elas não querem conselhos provinciais nem registro de votos; elas querem... um fim dos estabelecimentos eclesiais...”

· “Disseram-me que um Ministro Britânico tem se vangloriado - e uma vanglória infeliz - que lhe basta levantar a sua mão para iniciar uma revolução na Itália amanhã...”

· “Um grande Príncipe caiu de repente... única e exclusivamente pela ação de sociedades secretas. O que receio é o fato de que nenhum homem informado com os acontecimentos de 1848 negará!”

· Sr. Disraeli referia-se às revoluções de 1848 que abalaram a França, Itália, Alemanha e Áustria, durante as quais Príncipe Metternich, o bem conhecido Ministro de Exterior Austríaco, foi forçado a pedir exílio na Inglaterra.

· Uma figura política extraordinária em Grã Bretanha, por duas vezes Sr. Disraeli tornou-se Primeiro Ministro (1868 e 1874-1880). Ele aceitou o título de Conde de Beaconsfield em 1876. Enquanto era Primeiro Ministro, fez um discurso em Aylesbury em 20 de setembro de 1876, onde disse:

· “Na tentativa de conduzir o governo deste mundo, há novos elementos a serem considerados que os nossos predecessores não enfrentaram... as sociedades secretas têm seus agentes em todo o lugar, os quais têm agentes temerários que encorajam assassinatos, e que, se necessário, cometem um massacre.”

5. A Insurreição Filipina
· Vamos citar Paul A. Fisher [1991] Atrás da Porta da Loja, sobre a Insurreição Filipina:

· “O conhecimento popular diz que a Insurreição Filipina de 1896 foi provocada por causa da oposição nativa às forças da Igreja Católica nas Ilhas. O fogo revolucionário foi alimentado pelos escritos de Jose Rizal, incrementado pela liderança política de Emilio Aguinaldo.”

· “Na verdade a Insurreição Filipina foi orquestrada pelo Franco-Maçonaria, e enquanto Emilio Aguinaldo de fato liderou aquela revolução, ele assim procedeu como um dedicado membro e instrumento do Ofício.”

· “Aquela visão da história Filipina foi suprimida pelo Governo dos Estados Unidos por 45 anos, até ser finalmente revelada pelo historiador John T. Farrell em 1954.”(Fisher [1988], pp. 211-212).

6. A Revolução Russa
· Novamente, vamos citar Fisher sobre a Revolução Russa:

· “O periódico mensal do Rito Escocês [Nova Era] acrescentou: “A primeira Revolução em março de 1917 é dito como sendo inspirado e operado por estas lojas e todos os membros do governo de Kerenski que lhes pertenciam.” (ibid., p. 218)

7. Primeira Guerra Mundial

· É bem conhecido que o assassinato do Arquiduque Austríaco Franz Ferdinand desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Vamos citar Fisher sobre a grande guerra.

· “Não mencionado pelo jornal do Rito Escocês [Nova Era] era o fato de que os supostos assassinos do Arquiduque eram membros da “Mão Negra”, uma organização revolucionária eslovaca do Sul que era uma cria da Franco-Maçonaria.

· “Durante o julgamento, o Príncipe testemunhou que seu colega, Chavrinovitch, ‘me disse que ele era um Franco-Maçom’, e numa outra ocasião, ‘me disse que o Herdeiro Legítimo [Franz Ferdinand] tinha sido condenado pela loja maçônica’.

· “Além disso, o outro assassino acusado, Chavrinovitch, testemunhou que Major Tankositch, um dos conspiradores, era um Franco-Maçom.” (ibid., pp. 217-218).



8. As Dominações dos Governos · Finalmente, o seguinte trecho de Fisher [1988] mostra claramente que os Franco-Maçons de nível mais elevado conhecem a verdadeira origem das suas organizações secretas e compreendem os símbolos disfarçados pelo Rei Agrippa: · “Em 1976, um livro de Fred Zeller, antigo Grande Mestre da Grande Oriente, intitulado Trois Points, C’est Tout (Três Pontos, É Tudo), revelou que entre 1912 e 1971, toda a Terceira e muito da Quarta República da França eram dominadas por Franco-Maçons, que lutaram por duas das maiores reformas anticlericais, e numa batalha contra a influência da Igreja.” · “E, em 1981, o mundo soube das maquinações da Loja Maçônica do Grão-Mestre Licio Gelli conhecida como Propaganda Due, ou P-2, que precipitou a queda do Governo Italiano naquele mesmo ano.”(ibid., p. 21)

II. A Franco-Maçonaria financiou a Revolução Bolchevique na Rússia em 1917

Nesta seção citaremos Larry Abraham no seu livro Chamem-na Conspiração, Double A Publications, P. O Box 609, Wauna, Washington 98395.

· Primeiro, o movimento esquerdista nos EUA foi financiado pelos banqueiros internacionais. Larry Abraham (p. 68) cita Oswald Spengler, o grande historiador do século 20:

· “Não há proletariado, nem mesmo um Comunista, movimento que não operou no interesse do dinheiro, na direção indicada pelo dinheiro, e pelo tempo permitido pelo dinheiro - e sem os idealistas entre seus líderes tendo um mínimo de suspeita do fato.”(Declínio do Oeste, Modern Library, Nova York, 1945)

· A Comissão Reece que investigou fundações para o Congresso em 1953 provou com uma surpreendente quantidade de evidencias que várias fundações Rockefeller e Carnegie têm promovido socialismo desde o seu princípio. (Vide Fundações: Seu Poder e Influência de René Wormser, Devin Adair, Nova York, 1958) (Abraham, p. 70)

· Larry Abraham declara que “a conspiração planejou a guerra (Primeira Guerra Mundial) por mais de duas décadas. O assassinato de um Arquiduque Austríaco foi um mero acidente que proporcionou uma desculpa para desencadear uma reação em cadeia.”(p. 71) Mas sabemos agora que mesmo aquele “incidente”, foi planejado.

· A guerra se prolongou apesar da paralisação da frente de batalha, por causa da entrada dos Estados Unidos. Winston Churchill uma vez observou que o mundo teria sido muito melhor se os EUA continuassem fora da Guerra pois “a paz teria sido negociada com a Alemanha, e não haveria colapso que levaria a Rússia ao Comunismo; nem queda de governo na Itália seguida pelo Fascismo; e o Nazismo nunca teria ganho a sua ascendência na Alemanha.”(Social Justice Magazine, 3 de julho de 1939, p. 4). Mas a “Primeira Guerra Mundial era uma mina de ouro financeira para os banqueiros internacionais.”(ibid., pp. 74-75).

· A revolução Bolchevique aconteceu, não por causa das massas oprimidas levantando-se contra os patrões exploradores como os comunistas querem perpetuar a grande mentira, mas porque os muito poderosos da Europa e EUA mandaram Lênin da Suíça e Trotsky de Nova York para a Rússia para organizá-la. (ibid. p. 76).

· “Lênin foi enviado através da Europa em guerra no famoso “trem selado”. Com ele Lênin levou de uns $5 a $6 milhões em ouro. Todo o esquema foi arranjado por um alto comando alemão e Max Warburg, através de um outro socialista muito rico e vitalício chamado Alexander Helphand, aliás “Parvus”. Quando Trotsky deixou Nova York com um passaporte americano, levou consigo seu séqüito de 275 revolucionários. (ibid., pp. 76-77)

· Jacob Schiff, sócio em Kuhn, Leob & Co., e sogro do irmão de Max Warburg, Felix, também ajudou a financiar Leon Trotsky. De acordo com o Jornal nova-iorquino American de 3 de fevereiro de 1949: “Hoje se estima através do neto de Jacob, John Schiff, que o seu avô depositou cerca de 20milhões de dólares para o triunfo final do Bolchevismo na Rússia.” (ibid. . pp. 77-78)

· Arsene de Goulevitch, um importante General Russo Branco, escreveu em seu livro Czarismo e a Revolução:

· “O principal fornecedor dos fundos para a revolução, no entanto, não eram nem os milionários russos em dificuldades financeiras, nem os bandidos armados de Lênin. O dinheiro ‘verdadeiro’ veio principalmente de um certo círculo inglês e americano que por um longo tempo deu seu apoio à causa revolucionária russa... A parte importante exercida pelo milionário banqueiro americano Jacob Schiff nos acontecimentos em Rússia, embora apenas parcialmente revelada, não é mais nenhum segredo.”(ibid., p. 78).

· General Alexander Nechvolodov é citado por Goulevitch afirmando que:

· “Em abril de 1917, Jacob Schiff publicamente declarou que foi graças a seu apoio financeiro que a revolução na Rússia foi um sucesso.”

· A participação de Schiff na Revolução Bolchevique era bem conhecida entre os serviços da inteligência Aliada da época. As evidências reveladas mais tarde indicam que as notas bancárias dos Bolcheviques eram manuseadas por um sindicato de banqueiros internacionais, que se somando à roda de Schiff-Warburg, incluía interesses dos Morgan e Rockefeller. Documentos mostram que a organização Morgan depositou pelo menos 1 milhão no jogo dos Vermelhos revolucionários. O pagador destes fundos em Petrogrado, onde a revolução começou, foi Lorde Alfred Milner, a cabeça do Grupo secreto “Távola Redonda” que era sustentado pelo Lorde Rothschild. De Goulevitch revela que:

· “Em entrevista particular soube que mais de 21 milhões de rublos foram gastos pelo Lorde Milner no financiamento da Revolução Russa.”(ibid., pp. 79-80)

· Professor Anthony Sutton da Instituição Hoover sobre a Guerra, Revolução e Paz, da Universidade de Stanford, usando, mormente documentos oficiais do Departamento do Estado, mostra conclusivamente que virtualmente tudo que os soviéticos possuem foi adquirido no Oeste. Não é, portanto, nenhum exagero dizer que a URSS foi feito nos EUA (USSR was made in the USA). (ibid., p. 83).

Parte 6: Financial Internacional construiu o Comunismo, iniciou I Guerra Mundial, II Guerra Mundial, e causou a Quebra da Bolsa em 1929 e a Grande Depressão 1930~1939

Vamos apresentar um documento que é extremamente importante para o século XX porque ele revela o plano de ação dos Illuminati e Franco-maçonaria numa das fases mais críticas da história mundial. O plano foi executado exatamente conforme documentado nos livros de História. Este documento tem sido comparado com a Magna Carta.

Christian G. Rakovsky, um membro fundador do Comunismo na União Soviética, e que mais tarde foi Embaixador soviético em Paris, tornou-se uma vítima do expurgo e julgamento-exibição de Stalin em 1938. Sua importância nos acontecimentos mundiais foi descrita pelo Leon Trotsky, camarada de Lenin e Ministro da Defesa do Governo Bolchevique, em Minha Vida, Uma Tentativa de Autobiografia (Penguin Books Ltd., c. 1928):

"Christian G. Rakovsky é, internacionalmente, uma das figuras mais conhecidas no envolvimento socialista europeu. Búlgaro de nascimento, ... romeno pelo mapa dos Balcãs, médico francês pela educação, russo pelas ligações, pela simpatia e pela obra literária. Fala todas as línguas bálcãs e quatro européias; tomou parte ativa em várias ocasiões nos trabalhos internos dos partidos socialistas - búlgaro, russo, francês e romeno - paraa se tornar eventualmente um dos líderes da Federação Soviética, um dos fundadores do Comunismo Internacional, Presidente do Soviete Ucraniano das Comissões do Povo, e um representante diplomático soviético na Inglaterra e Fança - apenas para partilhar finalmente o destino de toda a oposição da 'esquerda'. A feição pessoal, sua ampla projeção internacional, sua profunda nobreza de caráter, fizeram-no particularmente odioso para Stalin, que personifica o exatamente oposto".

Enquanto estava na prisão, Rakovsky foi entrevistado pelo agente estrangeiro de Stalin, Gavriil G. Kusmin (conhecido como Gabriel). Durante a entrevista, Rakovsky revelou um plano surpreendente e convincente para iniciar a Segunda Guerra Mundial, aceito por Stalin. Baseado nessa informação, Stalin libertou Rakovsky. A entrevista foi testemunhada por Dr. Joseé Landowsky, um polonês-russo que vivia em Moscou. O interrogatório foi feito em francês e Dr. Landowsky foi solicitado a traduzi-lo em russo. Além da cópia que fez para si, o documento original será encontrado nos Arquivos Russos. A entrevista foi tirada de um livro espanhol La Lucha Por El Poder Mundial e foi traduzida para inglês por George Knupffe. A tradução inglesa pode ser encontrada no livro Sinfonia Vermelha de J. Landowsky (Londres: The Plain Speaker Publishing Co., 43 Bath Road, W6). O resumo a seguir foi extraído do Rumo ao Governo Mundial, Nova Ordem Mundial, de Deirdre Manifold e editado por Cornelia R. Ferreira, Toronto: Canisius Books, 1993, pp. 26~52. Nos parágrafos abaixo, as afirmações em citações duplas são feitas por Rakovsky, exceto onde indicado em contrário.

O plano proposto por Rakovsky foi feito em 1938 antes do início da Segunda Guerra Mundial iniciada em 1939 e foi literalmente realizado. O plano revela que:

1. O Primeiro Comunista Internacional foi orgtanizado por Adam Weishaupt que tinha conexão com a Casa de Rothschild.

2. Karl Marx e os mais altos chefes daquele Primeiro Comunista Internacional eram controlados pelo Barão Lionel Rothschild.

3. A Casa de Rothschld estava entre o Financial Internacional (FI) que criou o Revolucionário Internacional: "para criar com a ajuda do Capitalismo, acúmulo do mais alto grau, para impelir o proletariado às greves, semear desesperança, e, ao mesmo tempo criar uma organização que deve unir os proletariados com o propósito de levá-los à revolução. Isso para escrever o capítulo mais majestoso da história". A mãe dos cinco irmãos Rothschild observou: "Se meus filhos assim desejam, então não haverá guerra". Nas palavras de Rakovsky: "Isso significa que eles eram os hárbitros da paz e da guerra, mas não imperadores... A guerra em si já não é função revolucionária? Guerra - a Comuna. Desde aquele tempo toda guerra foi um passo gigantesco rumo ao Comunismo..."

4. A Financial Internacional através de Jacob Schiff, um agente da Casa de Rothschild, financiou o Japão na Guerra Russa-Japonesa na qual a Rússia foi derrotada. Esta derrota precipitou a revolução em 1905 que preparou a condição política para a vitória Bolchevique em 1917.

5. Trotsky estava entre os que tramaram o assassinato do Arquiduque austríaco Ferdinando que provocou a Primeira Guerra Mundial. As derrotas do exército de Tsar foram organizadas pela FI. Trotsky, mais que Lenin, foi colaborador de FI que ordenou Kerensky a render o Estado ao Comunismo. Os Bolcheviques tomaram aquilo que a FI lhes deu. O Comunismo é muito mais devedor de Kerensky que Lenin.

6. A FI financiou a Revolução de Outubro, Rakovsky disse "em particular através daqueles mesmos banqueiros que finaciaram o Japão em 1905, i. e., Jacob Schiff e irmãos Warburg; isto significa através das grandes constelações bancárias, através de um dos cinco bancos que são membros da Federal Reserve , através do banco de Kuhn, Loeb e companhia... Além de outros banqueiros americanos e europeus, tais como Guggenheim, Hanquer, Breitung, Aschber, o Nye-Banken de Estocolmo. Eu estava ali "por acaso" em Estocolmo, e participei da transferência dos fundos. Até chegar Trotsky, eu era a única pessoa que era um intermediário do lado revolucionário".

7. A FI obteve para Lenin e Trotsky passe livre pelos territórios controlados pelas forças Aliadas.

8. A Maçonaria estava envolvida na Revolução Bolchevique.
9. O Tratado de Versalhes e a Liga das Nações serviram como pre-condição revolucionária. OTratado de Versalhes foi elaborado para criar pre-condições para a proletarização da Alemanha, para o desemprego e fome, como o resultado do qual a Revolução Comunista na Alemanha deveria ter triunfado.

10. A FI queria Trotsky como ditador da União Soviética ao invés de Stalin de modo que a FI pudesse ser a cabeça do Comunismo Internacional. A ditadura absoluta de Stalin era demais para o sustento da FI. Acharam que ele tinha se tornado um outro Tsar. O seu maior erro foi sujeitar a Revolução ao Estado ao invés do Estado à Revolução. Mas a FI temia que se Stalin fosse destruído, o Comunismo pudesse ser destruído com ele.

11. Para destruir o Estado Burgues, a guerra é necessária. Mas a guerra não deve ser empreendida contra a União Soviética.

12. Portanto a solução para esse problema era FI financiar Hitler a subir ao poder. Os Warburgs foram enviados como Embaixadores a Hitler e concordaram em financiar o Partido Nacional Socialista, e este último recebeu num par de anos milhões de dólares, enviados do Wall Street, e milhões de marcos dos financistas alemães através de Schacht. Entretanto, Hitler violou a regra: ele se apoderou do privilégio de fabricar dinheiro, e não apenas dinheiro físico, mas também financeiro. Assim Hitler foi destinado à destruição juntamente com os Estados Burgueses.

13. As outras duas razões para a guerra são o nacionalismo e o Cristianismo. Rakovsky afirmou: "Na realidade, o Cristianismo é nosso único inimigo verdadeiro".

14. "Todo comunista sincero imitando o seu ídolo Lenin, e os maiores estrategistas revolucionários devem sempre desejar a guerra. Nada é tão efetivo em trazer a vitória da revolução que a guerra. Este é o dogma Marxista-Leninsta".

15. O plano é forçar Hitler a avançar em direção ao ocidente contra os Aliados cujos países são todos Cristãos, ao invés do oriente. A FI se certificaráde que os Aliados declarem guerra somente ao Hitler e não à União Soviética. Ao contrário, a União Soviética deve ser ajudada. Os EUA não entrarão em guerra a menos que sejam atacados. "Mas os dirigentes americanos poderão fazer com que sejam atacados. A agressão contra a América pode ser inventada. Os Estados Capitalistas se destruirão uns contra os outros se provocarmos um choque entre as suas duas asas: o facismo e a burguesia".

16. Há apenas um propósito, um único propósito: o triunfo do Comunismo. Não é Moscou que quer impor a sua vontade sobre os Estados democráticos, mas Nova York; não o 'Cominterno', mas o 'Capiterno' de Wall Street". Na guerra, os estados democráticos e os estados facistas estarão exaustos mas a União Soviética ganhará força. "Quem além dela seria capaz de impor à Europa tal óbvia e absoluta contradição? Que força pode levá-la rumo ao completo suicídio? Apenas uma força é capaz de fazê-lo: dinheiro. Dinheiro é a força e a única força".

17. "A quebra da Bolsa em 24 de outubro de 1929 foi mais importante para a revolução cominista que a Revolução de Outubro. Foi chamada uma verdadeira revolução", pois ela iniciou a grande depressão. Rakovsky diz: "Os quatro anos do governo de Hoover são os anos de progresso revolucionário: entre doze e quinze milhões em greve. Em fevereiro de 1933, acontece o último golpe da crise com o fechamento de bancos. É difícil fazer mais do que aquilo que o capital fez a fim de quebrar o "americano típico", que ainda estava sobre as bases industriais, e sob aspecto econômico, escravizado pela Wall Street... Os quatro anos do governo de Hoover foram usados para a preparação de reserva de forças nos EUA e na União Soviética, alí, por meio da revolução financeira, e aqui, com a ajuda da guerra e a derrota que seguiria... Você pode entender que a execução do plano em tal escala exige um homem especial, que pode dirigir o poder executivo nos EUA, e que foi predeterminado para ser a força organizadora e decisiva. Esse homem foi Franklin e Eleanor Roosevelt. E permita-me dizer que esse ser bi-sexual não é simplesmente ironia. Ele tinha que evitar qualquer possível Dalila".

18. Você verá, por exemplo, o fenômeno paradoxal que toda uma multidão de pessoas, inimigos de Stalin, o ajudarão - não, eles não serão necessariamente proletários, nem espiões profissionais. Aparecerão pessoas influentes em todos os níveis da sociedade, mesmo nos cargos mais elevados, que ajudarão o Comunismo Stalinista formal quando se tornar, senão real, pelo menos Comunismo objetivo... Em Moscou há Comunismo, em Nova York, Capitalismo. É tudo o mesmo como uma tese e antítese. Analise ambos. Moscou é Comunismo subjetivo, mas Capitalismo (o Estado objetivo). Nova York: Capitalismo Internacional, mas Comunismo objetivo. Uma síntese pessoal, a verdade: a Financial Internacional, a Capitalista-Comunista - "Eles".

19. Antes do julgamento de Rakovsky em 11 de março de 1938 o Embaixador norte-americano Davis sugeriu que muito se poderia lucrar na opinião pública da América se fosse efetivada uma anistia para Rakovsky. O Embaixador assistiu ao julgamento em que a corte por fim declarou que Rakovsky não se envolveu em qualquer conspiração contra o Estado. Após ser libertado, Rakovsky confessou que ele fez um sinal secreto de cumprimento maçônico a Davis.

Todos os acontecimentos que se seguiram após esta entrevista em 1938 ocorreram como se fossem tirados de um "script" de filme. Professor Anthony C. Sutton em seu livro Wall Street e a Ascenção de Hitler (Seal Beach,CA: '76 Press,1976) prova conclusivamente que os financistas norte-americanos providenciaram dinheiro e material a Hitler para provocar a Segunda Guerra Mundial. Que os banqueiros internacionais participaram no financiamento da revolução Bolchevique conforme documentado no seu livro Wall Street e a Revolução Bolchevique (Rochelle, NY: Arlington House, 1981) juntamente com as outras informações fornecidas por outros autores que não podem ser questionados. Somando-se a isso, Sutton no seu monumental livro de 3 volumes A Tecnologia Ocidental e o Desenvolvimento Econômico Soviético 1917~1965 (Stanford, CA: Hoover Institution Press,1973) demonstra além de uma dúvida razoável que toda a tecnologia, o "know-how", muitas das matérias-primas e o fundo para construir as máquinas industriais e militares com as quais a União Soviética ameaçou o mundo livre, vieram dos EUA. Naquela máquina militar ameaçadora poderia muito bem estar estampada: "Made in the USA".

A maior assistência militar e tecnológica ao governo russo veio durante a Segunda Guerra Mundial sob o Programa "Lend-Lease". O governo dos EUA forneceu mais de 11 bilhões de dólares em bens-de-guerra aos sovietes desde os caçadores de submarinos, bombardeiros e caças, canhões navais a refinarias de petróleo, locomotivas, fábricas, caminhões e "trailers". Pior de tudo: o governo dos EUA deu à Rússia a bomba atômica em 1943. Isso foi descoberto pelo Major George Racey Jordan que era oficial encarregado de transferir fornecimentos de "Lend-Lease" através da base aérea de Great Falls, Montana. Ele encontrou documentos sobre a fabricação da bomba e material (quase três quartos de tonelada de urânio). James Roosevelt, o filho do Presidente Franklin Roosevelt, numa novela de 1980 Um Assunto Familiar detalha como seu pai deu à Rússia os planos de construir a bomba atômica entre 1943 e 1944. A capa do livro informa ao leitor que James Roosevelt "escreveu uma novela de drama e autenticidade de "arrepiar". A Rússia explodiu a sua primeira bomba atômica em 1949 (A. Ralph Epperson, A Mão Invisível, Tucson, Arizona: Publius Press,1985,p. 330~331).

Apenas um ponto a mais necessita ser esclarecido: como os EUA entraram na guerra? Eis aqui um trecho do artigo "Falso Terror - A Estrada para a Ditadura" de Alex Jones (www.infowars.com).

"O caminho aberto para a guerra foi criado quando o Japão assinou um acordo tripartido com a Itália e a Alemanha, com todas as partes assegurando defesa mútua uma à outra. Hitler nunca declararia guerra contra os EUA não obstante a provocação, e os meios para forçar o Japão a fazê-lo estavam prontos e às mãos".

"O primeiro passo foi colocar embargo sobre o petróleo e o aço ao Japão, usando como motivo as guerras japonesas no continente asiático. Isso forçou o Japão a considerar a invasão de regiões ricas em petróleo e mineral na Indonésia. Com as forças militares européias exaustas pela guerra na Europa, os EUA eram a única força no Pacífico capaz de obstruir o Japão para invadir as Índias Orientais holandesas. Ao transferir a frota pacífica de San Diego para Pearl Harbor, Havaí, Roosevelt fez um movimento de preempção naquela frota num primeiro passo obrigatório em qualquer plano japonês de estender o seu império à 'área do manancial sul'.

"Roosevelt isolou o Japão tão completamente quanto Crasso ao Espártaco. Japão necessitava de petróleo. Tinha que invadir a Indonésia para obtê-lo. Primeiro teria que remover a ameaça da frota americana em Pearl Harbor. Nunca houve verdadeiramente qualquer outra alternativa".

"A fim de enfurecer ao máximo o povo americano, Roosevelt precisava que o primeiro ataque aberto do Japão fosse o mais sangrento, comparável a uma das investidas que os japoneses fizeram contra os russos. Daquele ponto até o ataque em Pearl Harbor, Roosevelt e os seus comparsas se certificaram que os comandantes em Havaí, General Short e Almirante Kimmel, fossem deixados na "penumbra" o mais possível quanto à localização da frota japonesa e das suas intenções. Tornaram-se assim bodes expiatórios para o ataque. (O Congresso reconsiderou recentemente os dois postumamente restaurando-lhes suas antigas graduações).

"Porém, conforme o Conselho da Armada concluiu na época e confirmado pelos documentos não oficiais, Washington DC sabia que o ataque estava chegando, sabia exatamente onde estava a frota japonesa, e para onde se dirigia". (De fato, Roosevelt transferiu os porta-aviões com caças e "destroyers" de proteção para tornar Pearl Harbor um melhor 'cordeiro').

"Em 29 de novembro, o Secretário do Estado Hull mostrou ao repórter do United Press, Joe Leib uma mensagem com a hora e o local do ataque. O jornal New York Times no seu número especial de 08/12/41 sobre Pearl Harbor, à página 13, informou que a hora e o local do ataque eram conhecidos com antecedência!

"A tão propalada afirmação de que a frota japonesa manteve mudo o rádio no seu caminho para Havaí era uma mentira. Entre outras informações interceptadas e ainda em posse dos Arquivos de NSA se encontra uma mensagem NÃO CODIFICADA enviada pelo navio-tanque Shirya dizendo, 'procedendo à posição 30.00 N, 154.20 E. Previsão de chrgada ao ponto em 03 de dezembro' (próximo a Havaí)".

Franklin Roosevelt disse uma vez: "As coisas não acontecem por acaso; elas acontecem conforme planejado". Uma ilustração de como "as coisas são planejadas" é fornecida por uma citação do livro Longe e Amplo (Far and Wide) do famoso escritor britânico Douglas Reed (Londres: Jonathan Cape, 1951). Nessa citação, Reed reporta à profecia feita em 1942:

"Com que propósito real Sr. Roosevelt se utilizou do seu poder imperial? Ele levou adiante o princípio fundamental de um plano para a redistribuição da terra publicado em 1942 (mas claramente preparado muito antes) por um misterioso 'Grupo para uma Nova Ordem Mundial', encabeçado por um Sr. Moritz Gomberg. O que esse grupo propôs parecia utópico na época, mas tudo assim se realizou. As principais recomendações eram de que o Império Comunista fosse estendido do Pacífico até o Reno, com China, Coréia, Indochina, Sião e Malásia na sua órbita; e que o Estado Hebreu fosse constituído. Esses dois projetos foram largamente concretizados. Canadá e numerosas 'ilhas estratégicas' passariam para os EUA (o leitor deve manter na mente esse termo 'ilhas estratégicas'). Os países restantes da Europa Ocidental desapareceriam num 'Estados Unidos da Europa' (isso tem sido perseguido vigorosamente no presente). O continente Africano tornar-se-ia uma 'União das Repúblicas'. A comunidade britânica seria deixada bem mais reduzida, as Índias Orientais holandesas juntando-se à Austrália e Nova Zelância. O esquema parece uma planta de projeto do segundo estágio de uma grande operação de três estágios, e as suas partes substanciais foram concretizadas; o que ainda não se realizou está sendo implementado energicamente" (pp. 245~246)

O relatório acima do Sr. Reed é bastante profético. Só deixou de dizer que quase tudo do plano do misterioso Grupo para uma Nova Ordem Mundial foi realizado.

Parte 7: A Franco-Maçonaria define dispositivos para o estabelecimento do governo de um único mundo

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