CLIQUE AQUI E ASSISTA AO VÍDEO DESTA NOTÍCIA NO CANAL DO TEMPODOFIM.COM/YOUTUBE O Quarteto para o Oriente Médio, bloco formado por ...
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"Em um mês haverá um encontro preparatório entre as partes para definir a agenda e os métodos de procedimento da negociação. Nesse encontro haverá o compromisso de que o objetivo de toda negociação é alcançar um acordo em um prazo de tempo definido por todas as partes mas não mais tarde que finais de 2012", diz o texto da declaração.
O grupo de países teve uma reunião nesta tarde em Nova York, horas após o presidente da Autoridade Nacional Palestina Mahmoud Abbas oficializar na ONU o pedido para que a Palestina se torne membro pelo da organização.
A proposta do Quarteto está em sintonia com o discurso dos EUA e de Israel, que pregam que a paz no Oriente Médio só pode ser obtida com a retomada das negociações, e não com o reconhecimento da Palestina na ONU.
A declaração pede ainda que palestinos e israelenses apresentem "propostas completas em até três meses sobre segurança e território [questão das fronteiras]" e que sejam obtidos "progressos substanciais" em até seis meses.
A proposta estabelece ainda uma conferência internacional a ser realizada em Moscou, "em momento conveniente" para analisar o avanço das negociações e também uma conferência de doadores internacionais para a Palestina.
Porém, a declaração não traz nenhuma nova proposta para resolver questões chave como a questão das fronteiras, o status de Jerusalém e o futuro dos refugiados palestinos e dos colonos judeus. A iniciativa vem sendo encarada por analistas como a ação mais limitada já tentada pelo Quarteto.
Já a secretária de Estado americana Hillary Clinton disse que o Quarteto traz uma "proposta concreta" para retomar as negociações de paz.
"Os EUA estão satisfeitos porque o Quarteto pôde publicar uma declaração hoje com uma proposta detalhada e completa para reiniciar a negociação ente israelenses e palestinos sem atrasos ou precondições", disse a secretária de Estado.
Comentário: (clique sobre os textos em destaque para mais informações)
As negociações de paz na região continuam. Mais um passo para que a profecia bíblica se cumpra em um futuro próximo foi dado hoje. Segundo a profecia bíblica, surgirá um falso messias em breve, o anticristo, que promoverá uma falsa paz, um acordo de sete anos que dará início ao período deTribulação.
Sem dúvida é o desejo de Deus que árabes e judeus se reconciliem. Curiosamente, o livro de Gênesis jamais narra que Deus estaria contra Ismael e a favor de Isaque. Apesar de Deus dizer a Abraão que teria aliança com Isaque, Ele sempre afirma que também abençoaria Ismael e sua descendência. Por isso, orar pela Paz em Jerusalém jamais será ficar a favor do judeu e contra o árabe. No enterro de Abraão, por exemplo, estavam lá Isaque e Ismael em reverência ao pai (Gênesis 25:9). O texto bíblico sugere que, pelo menos, havia respeito entre os dois irmãos.
A verdadeira paz entre judeus e palestinos ocorrerá quando os dois povos se perdoarem, se aceitarem, o que para qualquer historiador ou jornalista é uma alternativa inatingível ou impossível. Entretanto, para Jesus é possível. A verdadeira paz ocorrerá quando os dois povos reconhecerem Jesus como o verdadeiro Messias, o Rei de Jerusalém. Aí é que entra nossa intercessão, nosso papel como cristãos.
Continuem intercedendo pela paz em Jerusalém, pela reconciliação entre árabes e judeus. Se você quiser entender melhor o conflito sobre o Oriente Médio tanto do ponto de vista histórico, como do ponto de vista da guerra espiritual, recomendamos os seguintes livros:
- Ore pela Paz de Jerusalém (Autor: Tom Hess)
- O Atlas do Oriente Médio (Autor: Dan Smith)
Assista a reportagens sobre Israel e o Oriente Médio clicando aqui.
Uma observação importante: orar pela paz em Jerusalém não significa ser a favor dos judeus e contra os árabes, como muitos deduzem e acabam, por fim, discriminando os árabes. Nossa luta não é contra as pessoas (Efésios 6:12). Lembrem-se que Ismael e Isaque pertencem à mesma semente de Abraão. E Deus promete reconciliar os povos novamente no final dos tempos, durante o Reino Milenar de Cristo, conforme Isaías 19:19-25:
"Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira. E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará. E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão. E ferirá o Senhor ao Egito, ferirá e o curará; e converter-se-ão ao Senhor, e mover-se-á às suas orações, e os curará; 23 Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra. Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança."
Vocês podem até pensar: "Mas se Deus já vai fazer isso mesmo, porque preciso orar pela paz de Jerusalém?". A resposta é que a intercessão muda a história, e a intercessão nesse sentido poderá muito bem acelerar a volta de Cristo e o cumprimento dessa profecia de reconciliação entre árabes e judeus! Houve muita intercessão (desde 1814) antes de se fundar o Estado de Israel em 1948 - o processo foi acelerado - o Estado de Israel é uma realidade! E será assim também se intercedermos pelo Oriente Médio, porque Deus nunca muda e Ele cumpre Sua Palavra!
Estude os sinais do tempo do fim, clicando aqui.
A Paz do Senhor a Todos!
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